quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Polícia Civil frustra plano de resgate em cadeia pública de Pacajus

frustraUma ação policial realizada pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil (DIP) em conjunto com o 30º Distrito Policial frustrou uma fuga, que seria realizada em uma unidade prisional do Estado. A ofensiva foi efetuada na manhã de terça-feira (23). O alvo do resgate seria Carlos Wescley Francisco Florentino Fernandes (20), que responde a cinco procedimentos por roubo, tentativa de roubo, tráfico de drogas e por porte ilegal de arma de fogo, e havia sido preso no último dia 12.
De acordo com as apurações, a companheira de Wescley, Taynana Gomes da Silva (21), que responde por roubo a pessoa, estaria arregimentando pessoal para realizar o resgate. Após a prisão de Wescley em Pacajus, os policiais receberam uma informação dando conta de que ele estaria utilizando nome falso e planejando sua fuga. De posse da informação, os policiais se anteciparam ao resgate, solicitando à Juíza da comarca de Pacajus, a transferência do preso, que ocorreu na manhã dessa terça-feira (23). Por segurança, ele foi transferido para a Capital, onde permanece à disposição da Justiça.
O preso, que utilizava o nome de Marcel Felipe Vitorino Ferreira – um primo dele –, foi capturado por tráfico de drogas. Na ocasião, ele foi flagrado por policiais militares na companhia de outras pessoas em uma casa, onde funcionava uma “Boca de Fumo”. No local, foram apreendidos entorpecentes.
Outros crimes
Wescley já era investigado por uma tentativa de latrocínio ocorrida em 2014 em uma loja de roupas femininas, localizada na Avenida Oliveira Paiva. O crime foi praticado por ele, Taynana e Yago Costa Gomes (23), que também responde por roubo e roubo de veículo. O trio chegou ao estabelecimento comercial em um veículo Corsa Sedan. Yago teria permanecido no automóvel dando apoio à ação criminosa, enquanto o casal teria adentrado ao recinto se passando por clientes.
Na ocasião, Wescley efetuou um disparo, que atingiu o olho direito de um cliente. Após a agressão, o trio fugiu do local sem levar objetos ou pertences. A vítima foi socorrida a uma unidade de saúde, onde passou por vários procedimentos cirúrgicos, vindo a perder a visão do olho atingido pelo disparo.
Após o fato, os policiais passaram a diligenciar no sentido de capturar os envolvidos. Yago foi preso dois meses após o ocorrido, em cumprimento a um mandado de prisão.

Para despistar a Polícia, Wescley – que também é investigado por vários assaltos e homicídios ocorridos no bairro Barroso – área do 30º DP, passou a utilizar o nome do primo. Com a descoberta, o mandado de prisão por conta da tentativa do latrocínio também foi cumprido.
Ceará Agora

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