segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Porteiro de escola dava dinheiro e doces para abusar sexualmente de crianças

Gleyson Pimentel Santos, de 40 anos, trabalhava como porteiro numa escola pública de Belo Horizonte há mais de 20 anos. Ele foi preso acusado de estuprar pelo menos seis alunos. Segundo a investigação, ele dava doces para convencer crianças a fazerem o que ele queria. 

A escola alegou que o porteiro era de confiança e que eles não tinham conhecimento dos abusos sexuais que aconteciam dentro da escola. Quando souberam da denúncia, demitiram Gleyson por justa causa.

O crime só foi descoberto quando uma criança que era abusada resolveu contar o que sofria ao irmão, que não pensou duas vezes antes de denunciar o porteiro.

Foram anos agindo no mesmo lugar e testemunhas disseram que ele conquistava a confiança dos pais das crianças abusadas. Todos que conheciam Gleyson, diziam que ele era uma pessoa muito simpática e que levava jeito com as crianças.

A delegada que investigou o caso relatou que Gleyson mostrava vídeos pornográficos para os alunos da escola. Na delegacia em que o criminoso foi preso aos repórteres, Gleyson negou as acusações. Até o momento, seis vítimas do porteiro foram confirmadas pela polícia. A polícia pediu a prisão preventiva e Gleyson deverá ser encaminhado para uma penitenciária da região.

Icém Caraúbas

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