sexta-feira, 1 de abril de 2016

Acusados de matar policial Tonny Ítalo são condenados a mais de 26 anos de prisão

batida e policial morto
Os réus Rafael Gomes da Silva, Antônio Anderson Pereira (Bigô), Antônio Romário Sousa dos Reis e Yuri Nogueira Correia, acusados de participarem do assassinato do policial civil Tonny Ítalo Lima Pinheiro, foram condenados nessa terça-feira (29/03) pela juíza Fabiana Silva Felix da Rocha, titular da 7ª Vara Criminal de Fortaleza.

Rafael foi condenado a 29 anos e três meses de prisão; Bigô foi apenado em 30 anos e dez meses de reclusão; Romário foi sentenciado a 29 anos e três meses; e Yuri teve a pena fixada em 26 anos e dois 2 meses. Os réus respondem pelos crimes de roubo com uso de violência que resultou em lesão corporal grave, associação criminosa e corrupção de menor. Nenhum deles obteve o direito de responder ao processo em liberdade.
O CASO
Segundo os autos, no dia 24 de janeiro de 2015, por volta das 5h50, Tonny Ítalo trafegava de carro pela avenida Monsenhor Tabosa, no bairro Joaquim Távora, em Fortaleza, quando passou a ser seguido por veículo conduzido por Rafael Gomes e os demais acusados, além de um adolescente.
A vítima reduziu a velocidade em razão de uma lombada. Nesse momento, ele foi trancado pelo carro dos acusados, quando Rafael Gomes, Antonio Anderson e o adolescente desceram do veículo e anunciaram o assalto. Na ocasião, efetuaram dois tiros, sendo que um deles atingiu o peito do policial.
Durante a ação, Antônio Romário e Yuri Nogueira permaneceram dentro do veículo. O réus fugiram do local sem levar pertences da vítima.
As imagens de câmeras da via pública demonstraram que Tonny Ítalo, mesmo depois de atingido, continuou dirigindo seu carro, onde veio a colidir com uma árvore próxima a rotatória da avenida Aguanambi. Ele foi socorrido por equipe do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) e encaminhado ao Instituo Dr. José Frota (IJF), onde veio a óbito no dia 28 de janeiro do mesmo ano.
Após diligências realizadas a partir das imagens coletadas de estabelecimentos comerciais da rua Monsenhor Salazar e oitiva da população dos bairros Aerolândia e São João do Tauape, as investigações revelaram os acusados como praticantes do delito.
Ceará Agora

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