domingo, 7 de agosto de 2016

Bola da Vez! Enquanto o exército patrulha os centros urbanos, pequenas cidades são atacadas no RN

Após uma série de ataques a ônibus e locais público nas “Grandes” cidades do Rio Grande do Norte como Natal e Mossoró, o Governo do estado acionou o auxílio das forças de segurança federais, que vieram ao Estado para somar forças com as Polícias Estaduais e solucionar o problema dos ataques.
Em Natal, por exemplo, os principais corredores como as Avenidas Hermes da Fonseca, Salgado Filho, Bernardo Vieira e João Medeiros Filho (Estrada da Redinha) foram ocupadas pelas Forças de Segurança. Exército, Marinha e Aeronáutica, se revezam no patrulhamento desses pontos de visibilidade, sendo eficaz e diminuindo as ocorrências envolvendo o crime organizado no RN.
O que ainda não foi resolvido? De fato a presença policial e o apoio das forças armadas, contribuem com a diminuição de ocorrências, mas na periferia, diversos crimes continuam ocorrendo e são poucos ou nenhum, os relatos da passagem das tropas brasileiras em comunidade como Japão, África, Vale Dourado, Mosquito, Beira Rio, Baixa da Coruja, Guarapes e Paço da Pátria. Comunidades essas com um alto índice de crimes e que merecem uma atenção por parte das autoridades quanto ao tráfico de drogas e fornecimento de armas e munições ilegais, além de serem os pontos de start, para os assaltos a transportes coletivos e roubos a pedestres e nas paradas de ônibus, que continuam ocorrendo frequentemente.
A Migração dos Ataques! Todos os Chefes de segurança, comandante de Batalhões e companhias de Polícia Militar, são grandes estudiosos quanto a migração do crime, que quando á uma intensificação do policiamento nas áreas críticas, impedido a ação dos criminosos, ocorre uma mudança de área ou mesmo de modalidade de crime, para continuar demonstrando poder e sustentar o crime organizado, respectivamente.
Bola da Vez! As pequenas cidades são alvos fáceis nas mãos das grandes organizações criminosas, que “Autorizam” os ataques em municípios com baixo aparato policial. Nessas cidades, apesar de existirem policiais civis e militares comprometidos com o serviço, o efetivo e equipamentos para o combate ao crime acabam sendo insuficientes e o tempo de resposta de auxílio dos outros municípios, também deixa a desejar.
Apesar da aparente sensação de controle, pela diminuição das ocorrências nas grandes cidades, o caos ainda se instala no interior, como na madrugada deste domingo (7), na cidade de Senador Georgino Avelino, distante 50 km da capital Potiguar, onde homens não identificados atearam fogo em ônibus e máquinas estacionadas na prefeitura, fatos aos quais a mídia ainda não consegue expressar o sentimento de medo da população nesses locais, enquanto pensamos, que “agora com o exercito, está tudo seguro”, o crime apenas se intensificou em outros lugares.
A Realidade: A População acredita que é obrigação da Segurança Pública nos proteger e acabam “Engolindo Corda” de oposição ao Governo, ou dos que querem instalar o caos no estado, mas a realidade é que polícia não é onipresente e precisa de informações claras para combater as ações criminosas.
A População se fantasia com a falsa bondade dos detentos que falam em áudios espalhados nas redes sociais, que “O problema não é com a População”, mas são eles que estão presos por pequenos assaltos aos cidadãos, que muitas vezes batalhão para ter o pão de cada dia e com muito esforço conseguem um conforto de um bom aparelho celular, levado em poucos segundos pelos que procuram a vida fácil do crime.  
Como ajudar a Polícia? A denúncia anônima da população já ajudou a prender infratores de alta periculosidade com foi o caso dos assassinos da universitária Maria Karoline Álvares de Melo (Karol), de 19 anos, ocorrido em 20 de janeiro deste ano.

190 RN

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