sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Furacão Matthew perde força; mais de 1 milhão estão sem energia na Flórida

SEM DANOS SIGNIFICATIVOS

Furacão Matthew perde força; mais de 1 milhão estão sem energia na Flórida

Enquanto passava ao largo da Flórida nesta sexta-feira (7), com ventos de até 195 km/h, tempestade foi rebaixada da categoria 3 para 2

Nenhum dano significativo foi reportado nas cidades do sul da Flórida, onde a tempestade derrubou árvores e afetou linhas de energia ( Foto: AFP )

furacão Matthew foi rebaixado dacategoria 3 para 2 na tarde desta sexta-feira (7), informou o Centro Nacional de Furacão, em Miami, enquanto a tempestade passava ao largo da Flórida com ventos de até 195 km/h.

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Cerca de 1,1 milhão de moradores estão sem energia elétrica. A cidade de Jacksonville, no nordeste do Estado, pode enfrentar sérias inundações, afirmou o governadorRick Scott, que nesta quinta (6) classificou Matthew como "monstro" e havia pedido: "Não vão à praia. Isso vai matar vocês".

Devido ao furacão, o presidenteBarack Obama declarou emergência em três Estados:Flórida, Carolina do Sul e Carolina do Norte. O Matthew deve chegar à costa da Carolina do Sul neste sábado (8).

Companhias aéreas cancelaram mais de 1.500 voos no período, segundo o site Flight Aware. Todos os parques de diversão de Orlando foram fechados nesta sexta.

Nenhum dano significativo foi reportado nas cidades do sul da Flórida, onde a tempestade derrubou árvores e afetou linhas de energia.

São justamente esses poucos danos que preocupam o diretor doFema (Agência Federal de Gerenciamento de Emergências), Craig Fugate, já que eles podem dar a falsa sensação de segurança para moradores da costa norte.

"As pessoas não devem olhar para os estragos que elas veem e dizer que não é tão ruim", disse Fugate à rede NBC.

O Serviço Meteorológico Nacional afirmou que pode ser a pior tempestade a atingir o norte da Flórida em 118 anos. O Matthew, que deixou mais de 800 mortos no Haiti e quatro na República Dominicana, foi o pior furacão no Caribe em uma década.

© Diário do Nordeste

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