segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Policiais que agrediram família de Inácio Arruda serão investigados por controladoria de disciplina

POLÍCIA

GOVERNO DO ESTADO

Policiais que agrediram família de Inácio Arruda serão investigados por controladoria de disciplina

Em nota oficial, o governo do Estado afirmou repudiar “qualquer tipo de ação ilegal ou truculenta por parte dos seus agentes de segurança”

As roupas de Inácio a da família dele chegaram a ser rasgadas ( Foto: VC Repórter/Whatsapp )

governo do Estado se manifestou oficialmente com relação àagressão de policiais militares sofrida pelo secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Inácio Arruda, e a família dele na tarde deste domingo (2). Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (3), o governo disserepudiar “qualquer tipo de ação ilegal ou truculenta por parte dos seus agentes de segurança” e afirmou que determinou “rigorosa apuração dos fatos”.

Além de considerar os acontecimentos como “lamentáveis”, a nota informou que o caso será levado à Controladoria Geral de Disciplina (CGD) dos órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Estado. O texto ressaltou ainda que a Polícia Militar do Ceará é uma "instituição respeitada e de relevantes serviços prestados ao povo cearense", cujo compromisso é "prover proteção e conforto para o exercício da liberdade". 

> Família de Inácio Arruda é agredida no IFCE; PM investigava boca de urna

A confusão que envolveu Inácio, a mulher dele e três filhos aconteceu durante a tarde no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Os policiais teriam abordado uma das filhas do secretário por supostamente fazer boca de urna. A ação dos policiais militares foi desproporcional, de acordo com a família do ex-senador.

Ainda no domingo, Inácio Arruda disse que, quando chegou ao local, a família dele “já estava espancada”. “Minha esposa foi jogada no chão, deram um soco nela. Me deram uma gravata (mata-leão) e enforcaram meu filho. Além disso, também agrediram outros militantes que estavam no local. É triste ver a Polícia Militar sendo um fator de agressão. Imagina o que eles fazem na periferia”, criticou. As roupas deles chegaram a ser rasgadas.

© Diário do Nordeste

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