segunda-feira, 17 de abril de 2017

CASO DÉBORA Material genético do suspeito de matar a menina Débora já está sob análise da Perícia Forense. Conhecido como "bracinho", Walderir Batista dos Santos atuava como flanelinha nas imediações da Avenida Raul Barbosa, onde a criança desapareceu


Conhecido como "bracinho", Walderir Batista dos Santos atuava como flanelinha nas imediações da Avenida Raul Barbosa, onde a criança desapareceu ( Divulgação Polícia Civil )

Preso desde a última quinta-feira (13), quando foi localizado no município de Parnaíba, no Piauí, o suspeito de matar a menina Débora Lohany, identificado como Walderir Batista dos Santos, de 39 anos, teve seu material genético enviado para a Perícia Forense do Estado (Pefoce) nesta segunda-feira (17). Segundo a Polícia Civil, o material do homem será comparado comvestígios encontrados no corpo da criança, com o objetivo de confirmar a autoria do crime. 

Conhecido como "bracinho", Walderir chegou a confessar o crime na sede da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Fortaleza, onde foi encaminhado após ser capturado no Piauí. Segundo o suspeito, que atuava como flanelinha nas imediações da Avenida Raul Barbosa, onde a menina desapareceu no dia 27 de março, o crime teria sido motivado por "vingança". 

Para o diretor da DHPP, delegado Leonardo Barreto, a motivação do crime, entretanto, ainda não está muito clara para a polícia. "Essa versão dele que cometeu o crime por vingança, devido à venda de flanelas no local, ainda é apurada", afirmou. No inícia das investigações, a polícia chegou a trabalhar com várias linhas de investigação, mas o caso seguia sem grandes respostas. Nesta segunda-feira, porém, as autoridades descartaram completamente o envolvimento da família de Débora no assassinato. 

Ainda segundo o delegado, o suspeito disse que pegou na mão da criança e seguiu andando normalmente até o local onde o corpo foi encontrado, nas proximidades da Avenida Almirante Henrique Saboia (Via Expressa). Walderir teria usado uma pedra para matar a menina Débora.

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O suspeito preso é deficiente de um braço, como a Polícia tinha apurado durante a investigação do sumiço da menina. Segundo a DHPP, Walderir já responde seis procedimentos policiais por homicídio, lesão corporal, roubo e ameaça. 

Anteriormente, pelo menos dois homens com braço amputado(característica inicial apontada por testemunhas que disseram ter presenciado a menina ser levada) haviam sido ouvidos pelas autoridades, mas ninguém tinha sido preso até então.

Fonte: Diário do Nordeste

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