segunda-feira, 3 de abril de 2017

FORTALEZA Sumiço misterioso da menina Débora Lohany completa uma semana nesta segunda-feira. Polícia Civil segue investigando em sigilo

Débora desapareceu da porta de casa. A família denunciou o caso como rapto

Nesta segunda-feira (3) completa uma semana do desaparecimento da menina Débora Lohany de Oliveira, 4 anos. O caso ainda está em completo mistério e a Polícia Civil trabalha em investigações sigilosas acerca do que aconteceu. A hipótese de um rapto praticado a mando de traficantes de drogas do bairro Lagamar, onde aconteceu o sumiço, norteia o trabalho de quatro delegados.

A menina desapareceu da porta de sua casa, situada na Rua Alecrim, no bairro Aerolândia, por volta de 20 horas da última segunda-feira (27).  O fato chegou ao conhecimento da Polícia horas depois, que deu início a uma sequência de buscas na região do Lagamar e Parque Ecológico do Cocó.

Bombeiros  e policiais militares, como apoio de um helicóptero da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer), além de barcos dos Bombeiros e do Batalhão de Polícia de Meio Ambiente (CPMA), fizeram uma varredura em toda a região durante, ao menos, três dias.

Também foram utilizados cães farejadores do Canil do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque). Equipes do Núcleo de Busca e Salvamento (NBS) e tropas à pé  também se engajaram nas incursões pelo  mato. No entanto, nenhuma pista concreta do paradeiro da criança foi descoberta.

Inquérito

Um inquérito foi instaurado na Delegacia de Combate aos Crimes de Exploração da criança e do Adolescente (Dececa) e os inspetores daquela Especializada contam com o apoio do Departamento de Inteligência Policial (DIP). Os delegados Ivana Timbó (Dececa), Luiz Carlos Dantas e Renê Andrade (DIP), aprofundam as investigações e já tomaram o depoimento de familiares da criança, além de pessoas que foram apontadas como suspeitas do rapto.

No entanto, as suspeitas acabaram não se concretizando e todos foram liberados. O mistério persiste. 

Jornalista Fernando Ribeiro Copyright 2016

Homicidômetro Mortes no Ceará 2017. 4.004 Atualizado em 20/10/2017. Ceará pode fechar o ano com 5 mil assassinatos, um recorde da violência em sua história

SIRENE ABERTA Fernando Ribeiro Coincidência ou não? No mesmo dia em que o Estado incorpora mais 1.350 novos soldados aos quadros da Políc...