sábado, 8 de abril de 2017

NINGUÉM DETIDO Mãe de Débora reivindica informações acerca de buscas por suspeito. O titular da SSPDS afirma que serão recolhidas imagens das câmeras de estabelecimentos privados no entorno de onde corpo de criança foi encontrado


Mãe de Débora Lohany, Daniele de Oliveira Santos diz que, até o momento, a Polícia não apresentou a ela nenhum suspeito pelo crime, e nem mesmo disponibilizou imagens das câmeras das vias
( Foto: Thiago Gadelha )


Mãe de menina Débora mostra desenho feito pela prima, em homenagem à filha
( Foto: Thiago Gadelha )

Mãe de Débora Lohany, Daniele de Oliveira Santos, reforça acreditar que o corpo encontrado na manhã desta sexta-feira (7) é da filha, e parte para um novo pedido: que o responsável pela morte seja detido rapidamente. De acordo com Daniele, até o momento, a Polícia não apresentou a ela nenhum suspeito pelo crime, e nem mesmo disponibilizou imagens das câmeras das vias.

"A Polícia não me passa nada sobre as buscas de quem fez isso. Liguei pra Mulungu, que me disseram que tinha um suspeito lá, e disseram que não. Eles não me mostraram nenhuma imagem, nada da Via Expressa. Eles têm que me comunicar e me mostrar", afirma Daniele se referindo ao local onde o corpo de uma criança foi encontrado já em estado de decomposição.

Sobre a coleta de imagens, o titular da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), André Costa, afirma que onde o corpo foi encontrado não há câmeras instaladas em vias públicas, mas "serão recolhidas imagens das câmeras de estabelecimentos privados". 

Já da região da Avenida Raul Barbosa, endereço de onde a criança foi levada, o secretário diz que foram analisadas todas as imagens e que é necessária a permanência do sigilo a fim de não comprometer as investigações. "Não temos nada a revelar no momento. A gente lamenta muito um caso como esse acontecer. Fico me perguntando, me questionando, como o ser humano é capaz de um ato como esse", acrescentou André Costa.

Sentada no sofá da sua residência, a mãe de Débora conta que sua rotina com a filha se resumia a aquele local. Morando há sete meses no Lagamar, Daniele diz que não se sentia insegura no bairro até o dia que a menina foi, conforme testemunhas, levada nos braços por um desconhecido enquanto brincava nas proximidades.   

"Minha filha era tranquila e simpática. Foi um descuido que eu dei, entrei, ela ficou brincando lá fora na calçada e quando voltei ela não estava mais aqui. A gente passava o dia dentro de casa", lembrou Daniele.

© Diário do Nordeste

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