terça-feira, 25 de abril de 2017

OPERAÇÃO DÉJÀ VU Cinco policiais rodoviários são presos por cobrança de propina. Também foram expedidos 10 mandados de busca e apreensão e 1 ordem de suspensão de exercício de função pública; foram destacados 100 policiais para o cumprimento dos mandados em quatro cidades. Segundo a nota disponibilizada pela PRF, “os presos foram encaminhados à Polícia Federal no Ceará e serão indiciados pelos crimes de corrupção passiva e associação criminosa, com penas que podem chegar a 15 anos de reclusão”.

Cinco mandados de prisão preventiva foram cumpridos em desfavor de policiais rodoviários federais. As prisões fazem parte da Operação Déjà Vu, deflagrada na manhã desta terça-feira (25). Os mandados foram expedidos pela 23ª Vara da Subseção Judiciária da Justiça Federal de Quixadá.

Segundo nota da Polícia Rodoviária Federal (PRF), “os policiais são suspeitos de praticar atos de corrupção contra usuários da rodovia”. A nota ainda acrescenta que “o grupo criminoso solicitava 'pedágio' (propina) de cidadãos que transitavam de forma irregular, deixando de lavrar autos de infração e demais sanções administrativas cabíveis”. Além das detenções, também foram expedidos 10 mandados de busca e apreensão e 1 ordem de suspensão de exercício de função pública.

Todos faziam parte da Unidade Operacional de Boa Viagem/CE, localizada na rodovia BR 020. Foram destacados 100 policiais (50 Policiais Rodoviários Federais e 50 Policiais Federais) para o cumprimento dos mandados nas cidades de Fortaleza, Sobral, Boa Viagem e Maracanaú. 

O inquérito sobre o caso foi aberto após a prisão em flagrante, por corrupção passiva, de um policial rodoviário, pertencente à mesma unidade policial de Boa Viagem, em 2015. Após a prisão, a Corregedoria da Polícia Rodoviária Federal iniciou, em 2016, levantamentos que culminou na expedição dos mandados.

Segundo a nota disponibilizada pela PRF, “os presos foram encaminhados à Polícia Federal no Ceará e serão indiciados pelos crimes de corrupção passiva e associação criminosa, com penas que podem chegar a 15 anos de reclusão”.

© Diário do Nordeste

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