quarta-feira, 24 de maio de 2017

5° BATALHÃO 17 policiais acusados de envolvimento na Chacina da Messejana deixam a prisão. Dez policiais tiveram a prisão revogada por falta de indícios de autoria e participação nos crimes. Outros 7 PMs soltos vão a júri popular.


CEARÁ

Por G1 CE

PMs acusados de chacina em Fortaleza deixam presídio e vão a júri popular

Dezessete policiais militares presos acusados de participação em 11 assassinatos no caso que ficou conhecido como Chacina da Messejana, ocorrida em novembro de 2015, foram soltos nesta quarta-feira (24). Dos 17 PMs liberados, sete vão a juri popular e os outros 10 tiveram as prisões revogadas por falta de indícios suficientes de autoria ou de participação nos crimes, segundo o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE).

Os agentes deixaram o quartel do 5º Batalhão da Polícia Militar, no Centro de Fortaleza, em carros descaracterizados. Os acusados tiveram as prisões preventivas revogadas por determinação do Colegiado do TJCE. Um outro policial acusado permanecerá preso porque já responde a outros crimes contra a vida.

Os réus deverão cumprir as seguintes medidas cautelares, sob pena de terem a prisão novamente decretada: não poderão exercer atividade policial externa, restringindo-se ao trabalho administrativo; não poderão se ausentar de Fortaleza, por prazo superior a oito dias, sem prévia informação à Justiça.

Eles também não poderão manter contato com as vítimas sobreviventes e com as testemunhas do processo, seja pessoalmente, por intermédio de outras pessoas ou por qualquer meio de comunicação.

Policiais acusados de participação na chacina deixaram a prisão em carros descaracterizados (Foto: Reprodução/TVM)

Maior chacina do Ceará

A Chacina da Messejana ocorreu na madrugada do dia 12 de novembro de 2015, considerada a maior chacina no Estado do Ceará. No total, 11 foram assassinadas e sete ficaram feridas nos bairros Curió, Alagadiço Novo, Messejana e São Miguel.

Os 44 policiais acusados de envolvimento nos crimes foram presos em agosto de 2016 por determinação judicial. O processo contra eles foi dividido em três para acelerar o andamento do caso, conforme o Fórum Clóvis Beviláqua.

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