domingo, 28 de maio de 2017

BRASIL Diretas Já - Fora Temer. Manifestantes participam, neste domingo (28) de um ato organizado e convocado por movimentos sociais e por artistas, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, contra a permanência do presidente da República, Michel Temer (PMDB), no poder e a favor das eleições diretas. 





A manifestação, que teve início às 11h deste domingo, conta com a participação de deputados de partidos da oposição como PSB, PSOL, Rede e PT. Além deles, artistas como Daniel de Oliveira, Sophie Charlotte e o escritor Gregório Duvivier estão entre as milhares de pessoas que acompanham o ato " Diretas Já". 

Para incentivar a participação popular na manifestação, atores como Fábio Assunção, Wagner Moura, Lúcio Mauro Filho e Camila Pitanga gravaram – e divulgaram nas redes sociais – vídeos clamando pela eleição direta e chamando o público para as ruas. 

Embora a Polícia Militar não tenha divulgado o número estimado de pessoas que esteja participando do ato em Copacabana , os organizadores prevêem que 50 mil pessoas devem sair às ruas. 

Ainda segundo os organizadores, a manifestação contrará com shows de artistas contrários a Temer, como Caetano Veloso, Mano Brown, Criolo, Cordão da Bola Preta, Otto, Maria Gadu, Martn'ália, Pretinho da Serrinha, Teresa Cristina, Digitaldubs e Bnegão, e Pedro Luis. 
O que diz a Constituição 
Centrais sindicais e grupos de esquerda ligados ao movimento 
Reprodução/Diretas Já 
Centrais sindicais e grupos de esquerda ligados ao movimento "Fora Temer" participam no ato pelas eleições diretas 

No evento promovido pela Frente Brasil Popular e pela Frente Brasil Sem Medo, no Facebook, os organizadores afirmam ser contra as eleições indiretas – caminho constitucional, caso Temer caia e nada mude na Constituição Federal até lá –, porque os parlamentares são "tão corruptos quanto Temer ". 

"É um fato: Temer não se sustenta mais na presidência! Agora é hora de escolhermos o nosso caminho para decidir o futuro do país: acordo entre os deputados ou eleição pela população", escreveram os organizadores. 

"Não podemos abrir mão dessa escolha e deixar que a Câmara Federal, formada por parlamentares tão corruptos quanto Temer e seus aliados, decidam por nós", completam. 

Atualmente, caso Temer caia, a Constituição Federal direciona para eleições indiretas, ou seja, o Congresso escolheria o nome de quem tomaria conta da Presidência do País até 2018. Para que haja a possibilidade de uma eleição a partir da escolha do povo, uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altere a Constituição deve ser aprovada antes do cargo ficar à disposição. 

Por vejaagorabrasil.org

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