domingo, 21 de maio de 2017

EXECUÇÃO A FACA Ex-detento da penitenciária de Juazeiro foi morto com cinco facadas em Mauriti. Pouco mais de um mês depois um novo homicídio foi registrado em Mauriti. Por volta das 15h30min deste sábado, no cruzamento das ruas Amélio Leite e João Quintino (Bairro Serrinha), o ex-presidiário Francisco Jacinto do Nascimento, de 45 anos, foi assassinado com cinco facadas no tórax.

Pouco mais de um mês depois um novo homicídio foi registrado em Mauriti. Por volta das 15h30min deste sábado, no cruzamento das ruas Amélio Leite e João Quintino (Bairro Serrinha), o ex-presidiário Francisco Jacinto do Nascimento, de 45 anos, foi assassinado com cinco facadas no tórax. Ele morava na Rua 5 (Conjunto Novo Mauriti) e já esteve recolhido por algum tempo na Penitenciária Industrial e Regional do Cariri (PIRC) em Juazeiro.

Segundo a polícia, a vítima tinha várias passagens por crimes diversos em Milagres, Mauriti e Missão Velha, sendo a maioria tráfico de drogas. Segundo testemunhas, o autor do crime foi o jovem Iago Dias da Silva, de 19 anos, o qual terminou preso minutos depois em sua casa na Rua 2 (Conjunto Bela Vista) e, igualmente, detém várias passagens pela polícia. O mesmo foi preso pelos Sargentos Ferreira, Ednilton, J. Alves, Geocondes e Siqueira, o Cabo Fernandes e os Soldados C. Silva, Cleiston e Ednaldo.

Conforme disse aos PMs, eram antigas as rixas entre os dois supostamente por conta do tráfico de drogas e sempre que se encontravam discutiam. O “Galeguinho” – como é conhecido - foi autuado na Delegacia de Brejo Santo, submetido a exame cautelar no IML de Juazeiro e já está recolhido à cadeia de Mauriti. No último mês de novembro, ele tinha sido preso em sua casa com uma moto roubada em Brejo Santo aonde tinha se refugiado.

Este foi o primeiro homicídio do mês de maio em Mauriti e o quinto de 2017 no município, onde 11 pessoas tombaram mortas no decorrer do ano passado. O último deste ano tinha ocorrido no dia 10 de abril com o achado do cadáver de Antonio Eliedo da Silva, de 39 anos, o “Léo filho de finado Zé Hagino”, crivado de balas. Ele respondia por crime de violência doméstica e o corpo estava perto de sua casa na Rua Projetada no bairro Bela Vista ao lado da moto.

Demontier Tenório

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