quarta-feira, 10 de maio de 2017

INSTABILIDADE OCEÂNICA Chuvas retornam com mais intensidade ao Estado. Quixadá. Nebulosidade, atingindo praticamente todo o território cearense, associada a áreas de instabilidade que se formam sobre o Oceano Atlântico e se deslocam em direção ao continente

 por Alex Pimentel - Colaborador


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Quixadá. Nebulosidade, atingindo praticamente todo o território cearense, associada a áreas de instabilidade que se formam sobre o Oceano Atlântico e se deslocam em direção ao continente, foram os principais fatores para a ocorrência de chuvas em 97 municípios do Estado das 7h de segunda-feira às 7h de ontem. As precipitações mais elevadas ocorreram no Maciço de Baturité e no litoral leste. Esse quadro deve continuar nesta quarta-feira, com chuvas em todas as regiões do Ceará, preveem os meteorologistas.

O principal sistema indutor de chuvas no Ceará, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), está afastada da costa norte do Nordeste brasileiro, mas continua influenciando a ocorrência de chuvas, explicou o meteorologista da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Raul Fritz.

Além de banhar quase 100 cidades ocorreu a chuva mais forte de maio, em Guaramiranga (111,2mme). A segunda maior chuva também foi registrada na região serrana de Baturité, em Mulungu (90mm).

Açudes

Em Baturité, onde, no dia anterior, choveu 25mm, a carga pluviométrica foi praticamente o dobro (49,4mm), o suficiente para a barragem Tijuquinha sangrar novamente. Foi a terceira vez no ano. Outra barragem que sangrou foi a Germinal, em Palmácia, que ainda não consta nos registros oficiais da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh). Os 153 açudes monitorados pela Companhia, apresentam 12,65% da capacidade total. No total, sem incluir o Germinal, ainda a ser inaugurado pelo governo do Estado, atualmente estão sangrando o Acaraú Mirim e São Vicente, da bacia do Acaraú; Quandú, Gameleira e São Pedro Timbaúba, da bacia do Litoral; Itaúna, Tucunduba e Angicos, da bacia do Coreaú; e o Maranguapinho, Itapebussu, Cahuipe e Tijuquinha, das bacias Metropolitanas.

© Diário do Nordeste

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