terça-feira, 26 de setembro de 2017

SAIBA AS 32 CIDADES CEARENSES QUE ESTÃO NA LINHA VERMELHA DO CONSUMO DE CRACK


Municípios do Ceará com alto nível de consumo:
1. Aiuaba
2. Apuiarés
3. Aracati
4. Aquiraz
5. Barbalha
6. Barreira
7. Beberibe
8. Boa Viagem
9. Cariré
10. Catunda
11. Eusébio
12. Forquilha
13. Ibicuitinga
14. Iguatu
15. Irauçuba
16. Itapipoca
17. Itaitinga
18. Itarema
19. Juazeiro do Norte
20. Maracanaú
21. Massapê
22. Miraíma
23. Morada Nova
24. Paraipaba
25. Pentecoste
26. Pereiro
27. Pires Ferreira
28. Russas
29. Sobral
30. Tabuleiro do Norte
31. Trairi
32. Umirim

Levantamento realizado pela CNM (Confederação Nacional dos Municípios) aponta que a droga é um grave problema para 32 municípios cearenses. No país o impacto atinge 1.155 municípios brasileiros, um quinto (20,7%) dos 5.570 existentes. As informações são do site UOL publicadas nesta terça-feira.
As informações foram dadas pelas prefeituras ao Observatório do Crack. O banco de dados classifica os problemas relacionados ao uso do crack como alto, médio e baixo. Se somados todos os níveis de problemas relacionados à droga, chega-se à conclusão de que ela está presente em pelo menos oito de cada dez municípios brasileiros (78,5%). O número pode estar subestimado, já que 945 (17%) dos municípios não responderam. Somente 5% (252) informaram não ter de administrar problemas relacionados ao crack.
São Paulo, em números absolutos, tem o maior número de cidades com graves problemas gerados pela presença do crack – um total de 193. Minas Gerais ocupa a segunda colocação, com 191 municípios nesta situação.
As informações coletadas pelo Observatório do Crack começaram a ser tabuladas em 2010, em uma das marchas que os prefeitos fizeram a Brasília. Trata-se apenas de um mapeamento da circulação da droga e das dificuldades enfrentadas pelos gestores. Eles não mensuram, por exemplo, quantos usuários existem nestas cidades nem quantos são atendidos.
O dado mais recente sobre o consumo da droga no país dá conta de que são 2 milhões de usuários de crack. Porém ele está defasado, já que foi elaborado em 2010 numa parceria da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). À época foram detectadas 29 cracolândias em 17 capitais brasileiras.
Para fomentar o painel da confederação, os prefeitos recebem questionários com 26 perguntas. Nelas, eles informam se a presença do crack impacta áreas como saúde, assistência social, educação e segurança das suas administrações. Ao final, é o próprio gestor –geralmente acompanhado de sua área técnica– quem irá classificar se o nível do problema. Não existem “pré-requisitos” a serem preenchidos. “Quando um gestor indica que o nível do problema é alto, significa praticamente um pedido de socorro”, afirma Paulo Ziulkoski, presidente da confederação.

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